Destaques

Confiança da indústria tem maior avanço desde junho, diz FGV

Publicado em : 26/11/2014

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) avançou 3,6% entre outubro e novembro, ao passar de 82,6 para 85,6 pontos, o maior patamar desde junho, quando foi de 87,2 pontos, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

A alta foi determinada pela melhora da percepção sobre o estado dos negócios em novembro. Após seis quedas consecutivas, o Índice da Situação Atual (ISA) avançou 8,3%, para 85,9 pontos, o maior nível desde junho passado. Já o Índice de Expectativas (IE) registrou queda de 0,6%, para 85,4 pontos, depois de avançar 4,9% no mês anterior.

“Os resultados de novembro confirmam alguma melhora do ambiente de negócios no quarto trimestre de 2014, depois de três trimestres de deterioração. A acomodação do índice de expectativas, no entanto, lança dúvidas quanto à continuidade desta recuperação.”, diz Aloisio Campelo Jr., Superintendente Adjunto para Ciclos Econômicos da FGV/IBRE.

A satisfação com o ambiente geral de negócios registrou a maior influência para o aumento do Índice da Situação Atual neste mês. O indicador de situação atual dos negócios avançou 12,4% entre outubro e novembro, de 74,4 para 83,6 pontos, o maior nível desde julho passado (84,8). A proporção de empresas que consideram a situação atual boa aumentou de 7,8% para 12,8%, enquanto a parcela de empresas que a avaliam como fraca caiu de 33,4% para 29,2%.

O indicador de emprego previsto exerceu a maior contribuição para a queda do Índice de Expectativas em novembro, ao recuar 2,7% sobre o mês anterior. Houve diminuição na proporção de empresas prevendo aumento no total de pessoal ocupado nos três meses seguintes, de 14,5% para 12,2%, e aumento da parcela das que preveem diminuição, de 19,7% para 20,0%.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) ficou em 82,7% em novembro, sucedendo os 82% de outubro e 83% em setembro.

Destaques

Bens de capital motivaram recuo da indústria de transformação

Publicado em 28/11/2014 Valor Econômico

O atual ritmo de atividade fraca na indústria de bens de capital foi a principal influência para o desempenho negativo da indústria da transformação no Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre deste ano ante igual trimestre do ano passado — um  recuo de 3,6% nessa comparação.

voltar